Libertadores

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8 de Junho de 2017
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O presidente Eduardo Bandeira de Mello foi o primeiro a tomar a palavra após a queda precoce na Libertadores. Avisou que não teria caça às bruxas e que o trabalho continuaria. Menos de um mês depois, a derrota para o Sport (2 a 0) quarta-feira em Recife deixou Bandeira irritado. Também vice-presidente de futebol do clube, Bandeira assistiu à coletiva de imprensa de Zé Ricardo, mas depois não quis dar entrevista, indo direto para o ônibus. O silêncio parece ensurdecedor: a diretoria procura saída para uma fase inesperadamente ruim no início do Brasileiro. Se Zé avisou que vai rever escolhas e decisões, a diretoria rubro-negra - pares de Bandeira, o diretor geral Fred Luz e o executivo de futebol Rodrigo Caetano - sinaliza que vai pelo mesmo caminho.

Hoje, Zé Ricardo ainda não corre risco de demissão. Mas o preço da queda na Libertadores e a largada ruim no Brasileiro já cobram preço na confiança depositada após a eliminação na competição continental. Não só pelos resultados (o Flamengo ocupa o14º lugar, com seis pontos em cinco jogos), mas principalmente pelo fraco desempenho da equipe - sobretudo como visitante, perdendo quatro jogos da temporada (três na Libertadores e agora para o Sport no Brasileiro).

"Ferida aberta"

A sensação - e a discussão que já varava a madrugada da cúpula rubro-negra - é que a recuperação da equipe está demorando muito depois da "ferida aberta" - expressão repetida inúmeras vezes por direção e jogadores - da Libertadores. Se no torneio continental havia ponderações a respeito do nível de atuações - como nos jogos contra Universidad Católica e Atlético-PR, em que o Fla foi superior na maior parte dos jogos, mas não eficiente -, a classificação na Copa do Brasil já se deu com atuação bem abaixo contra o Atlético-GO.

Zé Ricardo tem 73 jogos no comando do Flamengo, com 40 vitórias, 10 empates e 13 derrotas. O jogo de domingo, contra o Avaí, ganha caráter decisivo para o treinador. Após a derrota contra o Sport, algumas pessoas de dentro do clube não garantiam a continuidade do treinador dependendo do resultado em Santa Catarina. A chegada de novos reforços aumenta a pressão. Com time cada dia mais milionário, a cobrança por resultados vai aumentando. O técnico, pela primeira vez, falou em reavaliações e mudanças em peças que não vem bem.

Da Ilha do Retiro até desembarcar na ilha de Florianópolis, no domingo, Zé tem apenas dois treinamentos a fazer. Nesta quinta, a equipe folga. Mas na Gávea, longe do Ninho, a direção deve avaliar a comissão técnica e, inevitavelmente, pensar que medidas tomar caso o Flamengo não vença domingo. As opções no mercado são escassas. Dorival Junior, recém demitido no Santos, e Marcelo Oliveira, desempregado, são alguns dos nomes na "vitrine". Por mais distância do amadorismo que a direção do Flamengo procure mostrar, parece claro que o futuro do treinador passe pelo resultado contra o Avaí, no domingo.

 

globoesporte





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